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Antes de inaugurar a sede da Delegacia Seccional de Camaquã, a comitiva do Cremers visitou o Hospital Nossa Senhora Aparecida. Problemas comuns à maioria dos hospitais do Estado foram verificados, tais como excesso de pacientes e poucos médicos.

 

São cerca de 200 atendimentos de emergência por dia. sendo referência para 13 municípios. Não tem condições de atender gestação de alto risco porque não dispõe de UTI neonatal. O hospital também não está preparado para receber vítimas de acidentes graves. que acontecem seguidamente na BR-116. uma das rodovias com maior índice de acidentes com mortes no Estado.

 

Fonte: REVISTA CREMERS

O Cremers enviou notificação ao Hospital Bom Jesus, de Taquara, para a correção de problemas apurados em vistoria. O hospital tem o prazo de 45 dias para resolver tais apontamentos.

 

Os fatos levantados em avaliação realizada em junho na casa de saúde concluem pelo indicativo de interdição ética do hospital. O presidente do Conselho. Fernando Weber Matos. relata que foram encontrados problemas como equipe de saúde incompleta. precarização ou falta de equipamentos. deficiência no fornecimento de medicamentos e problemas na estrutura do hospital. A direção do Bom Jesus informou que está tomando as providências para responder ponto a ponto as situações apontadas pelo Cremers.

 

Fonte: REVISTA CREMERS

 

 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Médica Brasileira (AMB) divulgaram nota no dia 13 de julho rebatendo declarações feitas pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, no mesmo dia, quando falou, entre outras coisas, que há médicos que "fingem que trabalham".

 

Segundo as entidades, são completamente inadequados os comentários "pejorativos que se mostram desconectados da realidade a respeito do trabalho dos profissionais da saúde, em especial dos médicos. bem como da própria dinâmica de funcionamento do SUS".

 

A nota destaca: "Na incapacidade de responder aos anseios da população, transferem para as categorias da área da saúde, sobretudo para os médicos, a culpa pela grave crise que afeta a rede pública, No entanto, polêmicas infundadas não eximem o Estado de suas responsabilidades ou afasta a compreensão da falta da indispensável atenção administrativa".

 

Por fim, o documento ressalta: "O Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Médica Brasileira (AMB) reiteram seu compromisso com o SUS e conclamam a todos que comungam do mesmo ideal, inclusive os gestores - nas esferas municipal. estadual e federal - a somarem esforços evitando contendas ou divisões, as quais somente afastam o País da oferta de uma saúde pública de qualidade para todos".

 

Ministro disse que usou "figura de linguagem"

 

No dia 20 de julho, uma semana depois de atacar médicos que "fingem que trabalham", o ministro da Saúde, Ricardo Barros, recuou e disse que usou "figura de linguagem", O recuo aconteceu durante cerimônia no Palácio do Planalto, Barros chegou a atribuir a culpa à imprensa e disse que se referia só a médicos faltosos da atenção básica de saúde.

 

Pegaram só a parte que fala da exigência do cumprimento de horário, em que eu usei uma figura de linguagem - disse ao jornal O Clobo. E acrescentou: "A polêmica atende a vários interesses, menos ao da Saúde, Aos médicos, de modo geral. a quem não me referi. não comprem esta fala como qualquer ofensa, Eu diria que o erro foi da forma como a imprensa a divulgou".

 

Fonte: REVISTA CREMERS

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