(51) 3333-4670

Os dados são alarmantes: levantamento da Secretaria Municipal de Saúde de 2014 mostra que 7,9% de todos os óbitos em Porto Alegre foram relacionados a neoplasias do aparelho digestivo, sendo o cólon o órgão mais afetado. Em conjunto, os tumores do aparelho digestivo são a causa mais comum de morte por câncer na capital gaúcha. Dados de operadoras de saúde locais mostram que apenas 10 a 20% da população-alvo está em dia com a prevenção do câncer de cólon.

 

Segundo o gastroenterologista Guilherme Sander, coordenador da Endoscopia Digestiva e Gastroenterologia do HED, "a colonoscopia é considerada o padrão ouro para a prevenção do câncer colorretal (CCR). Estima-se que para cada 28 colonoscopias preventivas, 1 CCR é evitado".

 

O exame é indicado para todas as pessoas, de ambos os sexos, a partir dos 50 anos. "Se tiver um familiar de primeiro grau com menos de 60 anos, ou dois de qualquer idade, com diagnóstico de câncer ou adenoma de cólon, a prevenção deve iniciar aos 40 anos ou 10 anos antes do primeiro diagnóstico entre seus parentes, o que ocorrer antes", explica o médico.

 

Corretamente realizada, a colonoscopia é geralmente segura, precisa e bem tolerada. "Uma de suas principais virtudes é que os pólipos visualizados durante o exame podem ser removidos durante o próprio exame, sem necessidade de novo preparo", assegura Guilherme Sander. Mais de 3,3 milhões de colonoscopias ambulatoriais são realizadas anualmente nos Estados Unidos, metade delas preventivas.

 

Ele esclarece que a máxima eficácia da colonoscopia depende de três fatores: "Um bom colonoscopista, um bom equipamento, e uma boa aceitação pelo paciente do processo, fundamental para um bom preparo intestinal. Estes fatores afetam a sensibilidade do exame, a duração do procedimento, o índice de complicações, assim como a necessidade de cancelar ou repetir procedimentos. Finalmente, conhecimentos técnicos, experiência, exames bem indicados e um ótimo suporte na sedação ajudam a prevenir eventos adversos que poderiam neutralizar os benefícios do rastreamento".

 

Com equipe de 25 endoscopistas e equipamentos de última geração, o Serviço de Endoscopia do HED (Fone 51 3217-8885) conta com tecnologias avançadas, como i-SCAN, que possibilita maior detalhamento e realce dos tecidos, identificando lesões pré-malignas, inclusive.

Mães e pais naturais e mães e pais adotantes têm direito a salário maternidade e a tempo de licença, mas a forma de recebimento do benefício e o tempo da licença são diferentes. Também são diferentes os benefícios para celetistas, servidores públicos, trabalhadoras avulsas (que trabalham nos portos) e do contribuinte individual facultativo.

 

Para as mães naturais, o direito é de 120 dias (quatro meses) de licença, e cinco dias para os pais, mesmo para os bebês natimortos. Caso a mãe apresente algum problema antes, durante ou logo em seguida ao parto, a licença é estendida por mais duas semanas.

 

Durante o período de quatro meses, as mães celetistas (regidas pela Consolidação das Leis Trabalhistas) recebem o salário diretamente dos empregadores, que depois descontam da Previdência Social. Já no caso das avulsas e contribuintes individuais facultativas, o salário também é integral, mas pago diretamente pela Previdência Social.

 

As mães adotantes têm o prazo de licença maternidade de acordo com a idade da criança adotada. Os pais adotantes, porém, não recebem licença. Para crianças de até um ano, o afastamento permitido é de 120 dias. Para a idade de um a quatro anos, são permitidos 60 dias, e, de quatro a oito anos, 30 dias.

 

Já para os pais adotantes estatutários (servidores públicos), os prazos são diferentes. Esses pais têm direito a cinco dias de licença. As mães podem se afastar por 90 dias se a criança tiver até um ano. Acima de um ano a licença é válida por 30 dias. As servidoras públicas recebem o salário maternidade direto em seus contracheques.

 

Em 2005, 41.150 mulheres receberam o salário maternidade. Deste total, 1.064 foram para mães adotantes. O benefício garante que as mães continuem recebendo seus salários enquanto cuidam de seus filhos.

 

Fonte: MTE

No dia 8 de agosto, o Cremers publicou nos principais jornais da Capital e de municípios da região fronteiriça, como Uruguaiana, Bagé, Quaraí, Jaguarão e Livramento, nota oficial esclarecendo as normas que regem a atuação de médicos no âmbito do Mercosul.

 

A nota salienta que médicos do Mercosul, assim como de outros países, só podem exercer a profissão no Brasil mediante revalidação do diploma e registro em Conselho de Medicina, enfatizando que não há licença automática para trabalhar nos países do Mercosul. 

 

Médicos do Mercosul

 

Fonte: REVISTA CREMERS - Setembro - 2014

 

Arquivo do Blog