(51) 3333-4670

Congelar o sangue do cordão umbilical vira uma realidade para futuros pais. Segundo especialistas, o procedimento oferece uma opção terapêutica no futuro

 

Um dos assuntos mais comentados no momento, para mulheres gestantes, é a importância de coleta de células tronco do sangue do cordão umbilical. Naturalmente, toda mulher grávida espera que seu filho nasça com saúde, por isso, os cuidados e a busca por informações para a proteção do bebê começam desde cedo, ainda no ventre materno.

 

Dia após dia, os futuros pais descobrem novidades sobre o desenvolvimento da criança, as curiosidades da gravidez e, até mesmo, relevantes avanços da medicina regenerativa.

 

A decisão de armazenar as células-tronco já é uma realidade entre as gestantes, afinal, a medicina vem apresentando importantes resultados clínicos para o tratamento de doenças. Atualmente, essas células já são utilizadas para a recuperação de pacientes submetidos a quimioterapia ou a radioterapia, e encontram-se em pesquisas clínicas em enfermidades como diabetes, cardiopatia, paralisia cerebral, insuficiência vascular periférica e, até mesmo, a possível cura da Aids.

 

Para o hematologista e hemoterapeuta, Dr. Nelson Tatsui, ter as células-tronco armazenadas é uma forma de pensar no futuro da criança, ainda que ela nunca precise usa-las.

 

"Para as mães, esta é mais uma alternativa de cura, afinal, a saúde de um filho é algo que não tem preço", esclarece. É importante destacar que o sangue congelado, além de ser compatível com o próprio bebê, possui uma chance aumentada de compatibilidade com irmãos, pai ou mãe. "Com as células crio preservadas, há maior rapidez no tratamento e diminuição dos riscos de rejeição e efeitos colaterais após o transplante, caso elas sejam do próprio doador", esclarece o Dr. Tatsui.

 

COLETA E ARMAZENAMENTO

 

o Sangue de Cordão Umbilical é coletado imediatamente após o nascimento da criança. O procedimento pode ser realizado imediatamente após parto via vaginal ou parto via cesariana. A coleta é feita por meio da punção da veia umbilical e drenagem do sangue de cordão umbilical para uma bolsa, contendo anticoagulante e nutrientes.

 

O processamento do sangue deve ser feito dentro do prazo de 48 horas da data da coleta. Nessa etapa, o primeiro passo é reduzir o volume do sangue de cordão umbilical por meio da retirada do plasma e dos glóbulos vermelhos - componentes indesejáveis para o congelamento. O segundo passo é o congelamento propriamente dito, que será realizado de forma controlada, por meio de um equipamento computadorizado de ultima geração. O terceiro passo é a estocagem em tanques de nitrogênio, em temperatura de aproximadamente 190°C negativos, rigorosamente controlada, para que o material estocado não sofra variação de temperatura.

 

Fonte: Materlife abril/2014

Todos os medos são normais e naturais desde que não interfira no dia-a-dia da criança. A maioria delas tem algum sintoma de medo durante a infância.

 

O medo é uma emoção básica, que coloca o organismo em alerta e o prepara para fugir ou se defender perante o perigo. Ele é essencial para a sobrevivência do ser humano, estimula a imaginação e a fantasia. A maioria das crianças tem algum sintoma de medo durante a infância, faz parte do desenvolvimento da criança sentir medo, ele é natural. Cada fase tem os seus medos e a criança sempre troca um medo por outro.

 

Segundo uma pesquisa da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, das 250 crianças de 4 a 16 anos que participaram da pesquisa, todas alegaram terem medo de palhaços e não gostarem de decorações baseadas no tema de palhaços. As vezes, ao invés de levar alegria, o palhaço causa espanto, medo e acaba não conseguindo brincar com todas as crianças. Muitas vezes, as crianças não conseguem traduzir o que o palhaço quer transmitir e o que ele esta fazendo.

 

Entre 3 a 6 anos de idade, o palhaço pode ser interpretado como um "ser estranho". Para eles, o palhaço não é uma pessoa e sim algo "anormal". Além de adorarem explosões e barulhos extremos, ainda pintam o rosto, usam roupas espalhafatosas, os cabelos são bagunçados e coloridos e usam uns sapatos imensos. Todas essas atitudes são diferentes de tudo que eles já viram.

 

As crianças só sentem medo daquilo que elas não conhecem. Basta ter a segurança e apoio de um adulto que aquilo, aos poucos, se torna confiável a criança. Essa apreensão passa e então ela começa a conhecer melhor essa pessoa "diferente".

 

COMO POSSO AJUDAR MEU FILHO?

 

Primeiramente é preciso conversar para saber por que o medo se manifestou. Conte boas histórias de palhaços, quando elas vão conhecendo o que são essas figuras, conseguem identifica-las como figuras humanas.

 

Nas festinhas, não force a criança a enfrentar um palhaço e se ele demonstrar medo, tente acalma-lo. Se a criança não receber apoio, o medo pode permanecer para o resto da vida.

 

Conversar com a criança ajuda muito. Conte pra ele os seus medos de quando era criança. Mostre para os pequenos que o palhaço está ali para divertir e que aquela experiencia nova não é perigosa. Faça com que a criança perceba que seus medos são pura fantasia e não fazem parte da realidade. Consequentemente, com o apoio dos pais, a criança vai perdendo o medo.

 

Seja forte e passe segurança para seu filho.A realidade presente nos dias de hoje como a violência e os sequestros fazem ,com que os pais apavorados passem insegurança para os seus filhos que, vivendo nesse ambiente, não conseguem enfrentar os medos que aparecem na sua vida. O papel dos pais é ensinar a lidar com a realidade e com todos os tipos de medo.

 

O medo só não pode interferir no dia-a-dia da criança, como na hora da alimentação, na hora de dormir e no convívio social. Quando o temor sem justificativa foge do controle, passa a ser fobia. E, nesse casal o melhor é procurar o auxílio de um psicólogo.

 

Fonte: Materlife abril/2014

Cada criança tem um ritmo e ele deve ser respeitado. Por isso, os pais não devem se preocupar se o filho ainda não arriscou alguns passos

 

Boa parte das crianças começa dar os primeiros passos ao completar um ano e três meses, alguns já conseguem andar sozinho sem precisar de apoio, outros estão começando a engatinhar.

 

Cada criança tem um ritmo e ele deve ser respeitado. Por isso, os pais não devem se preocupar se o filho ainda não arriscou alguns passos.

 

De acordo com o Ortopedista Luiz Alberto Nakao Iha (CRM-SP 111559), formado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e medico da Clínica Healthme, após dar os primeiros passos, as crianças começam dominar a técnica de se locomover."Conforme a criança se desenvolve,ela vai se descobrindo sozinha, por exemplo, como apoiar o calcanhar no chão e depois a ponta dos dedos", afirma.

 

No aniversário de três anos do seu filho, ele já consegue andar, levantar, correr e até pular.

 

Nessa fase o papel dos pais é muito importante pois eles devem estimular o bebê a andar cada vez mais. "A mãe deve se posicionar na frente da criança e lhe oferecer suas mãos, para que ela caminhe em sua direção. Outro truque é usar brinquedos para chamar a atenção da criança incentivando a caminhar ao invés de engatinhar", comenta o Dr.Luiz Alberto.

 

SAPATO INFANTIL

 

A partir do momento que a criança começa caminhar por conta própria, a mãe já se preocupa em comprar um calçado. Segundo o ortopedista não há necessidade da criança começar usar um sapato assim que começa andar. "A criança deve aprender a andar descalça, pois ajuda manter o equilíbrio e melhora a coordenação", explica.

 

Além de economizar na compra dos sapatos, a criança irá garantir um maior equilíbrio na hora de andar descalça.

 

Durante a fase de crescimento, as crianças com até dois anos de idade mudam a numeração do sapato a cada três meses, uma vez que os pés estão crescendo e requerem calçados maiores a cada seis meses. "A criança que esta aprendendo a andar necessita de um sapato com uma sola flexível, grossa e firme para que ela sinta as irregularidades do chão. Ter essa sensação desde cedo é importante para provocar os reflexos nervosos que vão estimular a musculatura, melhorar o equilíbrio, a postura e o desempenho funcional dos pés", ressalta o ortopedista.

 

Alguns bebês só começam andar, engatinhar e levantar depois de um ano e cinco meses. "É importante que ele aprenda coisas novas dentro do seu tempo, pois cada criança desenvolve habilidades num ritmo. Mas se você achar que o seu filho está com dificuldades para andar, procure um médico", conclui o Dr.Luiz Albert.

 

Dr. Luiz Alberto Nakao Iha

 

Fonte: Materlife abril/2014

Arquivo do Blog