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Fatores genéticos

 

Estima-se que de 60% a 80% da massa óssea seja determinada pela genética. Os genes reguladores de hormônios, inclusive a vitamina D, estão comprovadamente envolvidos na aquisição do pico de massa óssea. Os homens apresentam maior densidade de massa óssea do que as mulheres (desde que os demais fatores associados à aquisição de massa óssea sejam também adequados)."·

 

Fatores étnicos

 

Grupos étnicos diferentes apresentam variações de massa óssea. Os afrodescendentes, por exemplo, apresentam maiores valores de massa óssea em comparação aos caucasianos. 

 

Hormônios

 

Os níveis de hormônios adrenais, tireoidianos e do crescimento influenciam direta ou indiretamente a formação de massa óssea. Os níveis de estrógenos também se correlacionam de forma positiva com a densidade mineral óssea (DMO).

 

Atividade física

 

A força muscular e os fatores biomecânicos produzidos pela prática de exercícios têm efeito positivo sobre a massa óssea, uma vez que a formação óssea depende do impacto sofrido pelo esqueleto.

 

Uso crônico de medicamentos

 

Corticoides, anticonvulsivantes (fenobarbital, fenitoína, carbamazepina, ácido valproico). imunossupressores (ciclosporina, tacrolimo, micofenolato), anticoagulantes (heparina), agentes hormonais e seus antagonistas (medroxiprogesterona, tamoxifeno, inibidores da aromatase, agonistas do GnRH, hormônio tireoidiano, pioglitazona, rosiglitazona) trazem risco certo; lítio, antipsicóticos, inibidores seletivos de recaptação de serotonina, topiramato e inibidores da bomba de prótons trazem possível risco.

SOBRE a MÉDICA

Possui graduação em Medicina pela Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (1993) e especialização profissional em...

A CLÍNICA

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