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Você está incomodada com o excesso de mama) Optou em realizar a cirurgia de redução das mamas? Esse tipo de operação pode interferir na amamentação?

 

Algumas mulheres preocupadas com a estética e também em resolver o problema de uma maneira rápida acabam não consultando o médico corretamente e submetem-se à cirurgia sem saber os riscos que ela pode acarretar na hora de amamentar o bebê.

 

A mamoplastia redutora tem como objetivo retirar o excesso de pele e tecido mamário existente. É indicada para a redução de mamas volumosas. A mastopexia é realizada quando o objetivo é somente a suspensão das mamas ptosadas (caídas), mantendo ou aumentando (com próteses) seu tamanho. As duas cirurgias, com técnicas bastante semelhantes, podem apresentar, em alguns casos, problemas para a amamentação posterior.

 

O risco de a cirurgia afetar a amamentação técnica utilizada na cirurgia das mamas.

 

O comprometimento da amamentação pode acontecer porque a estrutura da mama é composta de um tecido adiposo, glândula, duetos e ramificações mamários, que são responsáveis pela produção e também por conduzir o leite até o mamilo. Quando as mamas sofrem algum tipo de procedimento cirúrgico, essa estrutura passa por alterações e forma o tecido cicatricial, que também pode comprimir os duetos, impedindo a progressão do leite, mesmo quando há produção deste.

 

A redução mamária é uma técnica que pode influenciar mais na amamentação do que a mastopexia, porque a cirurgia promove uma alteração maior devido nos ductos pela cicatrização. Qualquer procedimento cirúrgico nas mamas pode causar implicações na amamentação: quanto mais mexermos na estrutura mamária nessa cirurgia, maior o risco.

 

Já a cirurgia de implante de silicone tem menor influência na amamentação, quer seja colocado atrás da glândula mamária, quer seja atrás do músculo peitoral. Caso ele seja inserido por meio da margem da aréola, no qual o tecido mamário é seccionado, pode haver prejuízo na amamentação.

 

Algumas mulheres que amamentaram, após a cirurgia plástica, recorrem a um novo procedimento nas mamas porque a estética ficou comprometida. O estiramento da pele proporcionado pelo aumento do volume da mama durante a amamentação pode causar flacidez e queda.

 

FIZ A CIRURGIA DE REDUÇÃO DAS MAMAS E QUERO AMAMENTAR? TEM SOLUÇÃO?

 

Já durante a gestação) você terá indicações que conseguirá amamentar se apresentar saída de líquido (colostro) espontaneamente ou pela expressão das mamas) porém você somente terá certeza se existe algum problema depois de tentar amamentar o seu bebê.

 

Peça ajuda do seu ginecologista para auxiliar na hora da amamentação. No terceiro dia depois do parto) tente tirar o leite por cinco minutos de cada lado. Caso tenha dificuldade) você pode contar com o auxilio de uma bombínha manual ou elétrica para estimular o reflexo da descida do leite. Comente com o pediatra do seu bebê sobre a cirurgia) para ele monitorar mais atentamente o ganho de peso do seu filho. É uma maneira de o médico verificar se ele está bem alimentado.

 

É importante esperar pelo menos seis meses após o término da fase de amamentação para fazer a cirurgia. As mamas modificam-se muito com a lactação e é necessário esperar para que estas voltem ao seu estado pré-gestação.

 

A falta de informação pode influenciar algumas mulheres a fazer a cirurgia de redução e comprometer a sua idade produtiva e os planos de amamentar os filhos. Nesse caso) consulte o seu médico e acabe com todas as dúvidas sobre as técnicas para realizar a cirurgia.

 

 

MITOS X VERDADES

 

Elaboramos alguns mitos e verdades para que você conheço o que é correto e o que não é no hora de amamentar o seu bebê. 

 

1 Prótese de silicone prejudica a qualidade do leite

Mito. Como o prótese é colocada abaixo da glândula mamária ou atrás da músculo peitoral, não há influência direta na produção de leite.

 

2 A Mamoplastia redutora interfere na amamentação

Quando há remoção de glândulas e dutos mamários, a amamentação pode ficar comprometido. É possível superar o problema usando um suplementador - trata-se de uma sonda macia adaptada a uma seringa cheia de leite, que é colocado ao lado do mamilo. O bebê, então, suga ao mesmo tempo o líquido proveniente da seringa e da mama.

 

3 Fortalece o vínculo de mãe e bebê

Verdade. Quem já amamentou sabe: esse momento é único na vida de uma mulher e proporciona uma troca de carinho grande entre mãe e bebê.

 

4 Estresse e nervosismo atrapalham a produção de leite

Verdade. Mães que estão estressadas podem produzir uma quantidade maior de adrenalino, bloqueando o oxitocina, um dos hormônios responsáveis no amamentação. Devido às tensões que a mãe sofre, o tendência é que elo produza leite insuficiente para alimentar o seu bebê. Caso você esteja passando por essa situação, consulte o pediatra sobre o necessidade de usar complementação.

 

5 É necessário revezar os dois seios para amamentar

Mito O ideal é que a mãe não interrompo e deixe o bebê mamar à vontade no primeiro seio. É importante que o bebê atinja o leite posterior, uma porção rica em açúcar e gorduro que ajudo o criança o se saciar mais rápido e, consequentemente, ganhe peso. Se o bebê tem a dificuldade de chegar até essa porte da amamentação, ele pode sentir fome depois, chorando vários vezes ao longo do dia.

 

6 Muitos meses de amamentação levam à flacidez das mamas

Verdade. Infelizmente é foto que o amamentação leva à flacidez dos momas e essa flacidez pode ser proporcional ao tempo de amamentação, bem como ao número de gestações. Certamente não é o único fator, pois o tipo de pele, alterações de peso, tamanho dos mamas, hidratação do pele e uso de sutiãs de sustentação também têm responsabilidade na queda ou não das mamas após a amamentação.

 

7 Amamentação deve ser exclusiva até os seis meses

Verdade. O ideal é que o criança seja amamentado até os seis meses. Após esse período, o mãe deve introduzir o oferta de alimentos pastosos, sólidos e outros líquidos. Consulte o pediatra sobre a necessidade de manter o leite materno após esse período.

 

Fonte: Revista Libbs

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Possui graduação em Medicina pela Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (1993) e especialização profissional em...

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