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A ocorrência de perda auditiva na infância é preocupante, visto que influencia no aprendizado da linguagem, comprometendo as habilidades de comunicação verbal e não verbal, bem como aumentando os problemas de comportamento interpessoal e social. A condição tem prevalência de um a três casos para cada 1.000 nascimentos, chegando a oito para cada 1.000 nascimentos quando existem fatores de risco associados. Os casos derivam tanto de causas genéticas quanto de causas adquiridas, sendo estas as mais frequentes no Brasil.

 

Na avaliação da deficiência de audição em crianças, a audiometria de tronco encefálico infantil é o teste mais utilizado para estimar o nível da audição e o grau de perda auditiva. 

 

O procedimento possibilita ainda a avaliação neurológica do nervo coclear (nervo auditivo) e das vias auditivas do sistema nervoso central. Além disso, serve para monitorar a maturação do sistema nervoso central durante o primeiro ano de vida.

 

Na prática, o exame consiste na captação e no estudo dos potenciais elétricos gerados no sistema auditivo após a estimulação da orelha com a apresentação de sons – cliques, por exemplo. As respostas são captadas por eletrodos posicionados sobre o couro cabeludo e nos lóbulos das orelhas. É possível também realizar a avaliação da audição por frequência-específica por meio das respostas ASSR, do inglês, auditory steady-state responses.

 

Vantagens do método

  • Não depende da resposta da criança
  • Pode ser feito em indivíduos de qualquer idade, desde o nascimento
  • Pode ser realizado em crianças com dificuldade de colaborar

 

Fonte: Revista Médica Fleury

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Possui graduação em Medicina pela Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (1993) e especialização profissional em...

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