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Um estudo realizado por pesquisadores brasileiros de diferentes instituições estimou que, em 2020, 34,2% dos casos de câncer e 42% das mortes por esse grupo de doenças, no Brasil, estarão associados a fatores de risco potencialmente modificáveis.

 

O tabagismo é, dentre os agentes preveníveis, ainda o de maior destaque (veja gráfico), seguido pelos processos infecciosos, que já sabidamente constituem importante causa de doenças malignas nos países em desenvolvimento, em especial o câncer de colo uterino nas mulheres. Ademais, os aspectos nutricionais e de estilo de vida associados à urbanização e ao progresso industrial compõem um cenário relevante para 2020, uma vez que o sedentarismo e as dietas ricas em gordura, açúcar, sal, calorias e substâncias carcinogênicas, somados a um consumo pobre de frutas e vegetais – abaixo de um terço da quantidade mínima recomendada –, têm impacto direto tanto na incidência de neoplasias quanto no desenvolvimento de sobrepeso e obesidade, que também representam fatores de risco. 

 

Apesar de elevadas, as taxas obtidas são inferiores às inglesas e americanas para os casos de câncer, assim como às japonesas e chinesas para a porcentagem de morte por doenças malignas, embora cada país avalie aspectos específicos.

 

O fato é que o estudo deixa patente a importância de estratégias efetivas de prevenção. Além do tabagismo, os outros aspectos, como hábitos alimentares, prática de atividade física e exposições ocupacionais e ambientais, bem como infecções e condições sanitárias, devem ser controlados para conter o avanço do câncer em nossa população.

 

Fonte: Revista Médica Fleury

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