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Assustado com o efeito devastador da microcefalia provocada pelo zika vírus, o Sindicato Médico estabelece parceria com a SES para alertar médicos e população

 

O SIMERS está engajado na campanha RS Contra Aedes, em parceria com a Secretaria Estadual da Saúde (SES), que visa a eliminar focos do mosquito transmissor do zika vírus, da febre chikungunya e da dengue.

 

Tudo começou em dezembro, quando o secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis, esteve na sede do Sindicato Médico discutindo estratégias para impedir a epidemia de microcefalia, desencadeada pelo zika, no Estado.

 

Na reunião com o presidente da entidade, Paulo de Argollo Mendes, foram definidas ações conjuntas para reduzir o risco de má-formação fetal e suas consequências devastadoras.

 

A transmissão do zika já ocorre em todo o País. Boletim divulgado pelo Ministério da Saúde no dia 29 de março identificava a circulação do vírus no Acre, Amapá, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, estados que não apresentavam registros de transmissão local. A mudança atesta a velocidade de propagação do vírus.

 

Consciência

 

O SIMERS lançou uma campanha reforçando as orientações para a população em geral e, especialmente, para a categoria médica sobre como agir e orientar os pacientes. A meta da entidade é reduzir ao máximo o número de casos no Estado.

 

O papel dos médicos nessa luta é fundamental. Eles são agentes que multiplicam a informação, orientam e conscientizam a população sobre os cuidados necessários para que o Estado seja blindado contra o mosquito e as doenças que ele dissemina.

 

A confirmação do primeiro caso de pessoa infectada com zika que reside no Estado, em início de fevereiro, uma mulher de 30 anos não gestante que contraiu o vírus em viagem a Mato Grosso, elevou o alerta sobre cuidados e cerco no combate ao Aedes aegypti.

 

Contudo, a situação não foi controlada. A Secretaria Estadual de Saúde confirmou, no dia 18 de março, cinco novos casos de infecção pelo zika vírus no Estado. Dois são autóctones, ou seja, foram contraídos em solo gaúcho. Com isso, são seis casos da doença confirmados desde o início do ano.

 

– Os casos confirmados só reforçam o que estamos falando desde dezembro: não podíamos deixar o vírus entrar, agora já entrou. Estamos assustados. Teremos uma epidemia de microcefalia no Rio Grande do Sul, é inexorável. Precisamos evitar a proliferação do mosquito – resumiu Argollo.

 

Fonte: VOX Medica | Abril 2016

 

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Possui graduação em Medicina pela Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (1993) e especialização profissional em...

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